quarta-feira, 17 de setembro de 2008

A gaveta...


Olá, para esta semana, um tema normal para todos que estiverem dispostos a ler, e os indispostos também, afinal é algo comum à todos: aquela gaveta, de tranqueiras.

Pronto! Só de comentar aqui você se lembrou daquela sua gaveta, que tem tudo, tudo mesmo, coisas que ficaram guardadas porque no dia teve um motivo, mas uns dias depois você nem se lembra do "por quê eu guardei um papel de bala na gaveta?", por exemplo.

Essas gavetas, de fato, são importantes nas nossas vidas. Nos mostram o quanto a gente muda, vemos também que alguns fatos ficam guardados (são aquelas tranqueiras que estão no canto da gaveta tipo uma traça e não sai de jeito nenhum) e outras, bem, as outras, um ou dois anos depois já jogamos fora.

Em relação aos fatos que marcaram, o mais legal de fuçar nessas gavetas é relembrar, com uma simples, sei lá, tampa de caneta, do dia em que aquela finada caneta nos ajudou a passar no vetibular, ou aquele bilhete de cinema, que você foi ver um filme de comédia-romântica bobinho apenas para conquistar aquela beldade, ou outros itens que com certeza todos encontrariam, e tem cada coisa...

O problema maior fica instalado nos apegados. Meu Deus, como é ruim ser apegado ao passado, à recordações inúteis, à papéis de bala, tampas de caneta, bilhetes de cinema que não valeram a pena, mas eles insistem em ficar ali, na gaveta de tranqueiras.

A minha, pois é, está abarrotada de coisas. Sim, sou apegado à todas recordações, e sinceramente, tem "relíquias" na gaveta que nem lembro o por que de estarem ali, mas estão ainda. Talvez um dia eu lembre do motivo e jogue fora.

E ah, quem tem rinite alérgica, vê se coloca um lenço no nariz, e boa sorte!

Não vão chorar com as recordações. Rir pode ser...

2 comentários:

alvesleo_1 disse...

Muito bom hein!

Esquece essa vida de "engenheiro" (entre aspas, por conta de um carnaval passado). Também esqueça a música, vá é escrever que você tá se saindo bem!

O resto, para a gaveta de tranqueiras.

Andarilho disse...

De tempos em tempos eu reviro as tranqueiras, que não necessariamente encontram-se em uma gaveta. Sempre tem coisas que guardo, outras que não.

Felizmente, aprendi a me livrar de muita bobagem que não tem propósito. Acontece de nos apegarmos a algo, sem sequer sabermos porquê. Essas eu jogo fora. Sobra mais espaço para as coisas que realmente valem a pena.