Por que ainda existem pessoas no mundo que não nos aceitam pelo que somos, apenas não concordando com nossas crenças, sonhos e atos?
Este tipo de preconceito é bem pior que o preconceito entra as raças.
Vejo que no Brasil não é tão diferente que em países islâmicos, só é mais bem mascarado.
Jeová, Deus, Alá, Rá, Krishna, Buda, Mãe Natureza, todos os deuses de todas as crenças dizem que se a pessoa é do bem, faz caridade e o bem ao próximo, merecerá estar perto deles.
Opinião amarela: se você for minoria, ou se sofrer preconceitos deste ou de qualquer outro tipo, sempre se orgulhe do que você acredita, afinal, o que realmente importa para você são suas idéias e não um estereótipo que uma maioria cética e alienada acredita. Mesmo que a idéia da maioria seja a correta, o que importa sempre é o que temos dentro de nós mesmos e que façamos o bem uns aos outros, e ao nosso planeta.
P.S.: excluí Zeus da jogada, porque pra mim quem sai por aí fazendo filho com as esposas de seus filhos não são respeitados por mim!
domingo, 20 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Metido
Se algum dia eu passar por algum de vocês e não cumprimentar, não é que sou metido, simplesmente ando disperso e com preguiça de colocar meus óculos...
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Cigarro Paraguaio
Sim, concordem ou não, é fato. Tem dias que nos sentimos um cigarro paraguaio.
Não entenderam? Então leiam um poema que criei num desses momentos "sou inútil e ainda incomodo os outros". Tempos em que a criatividade é nossa unica aliada.
OBS.: Tentem ler pensando em uma melodia semelhante à do Vampiro Doidão, do Raul, ou qualquer música do Ventania... vai fazer bem mais sentido!
* Inspirado em "Só tomando uma", do mestre Paulo Meyer
Não entenderam? Então leiam um poema que criei num desses momentos "sou inútil e ainda incomodo os outros". Tempos em que a criatividade é nossa unica aliada.
OBS.: Tentem ler pensando em uma melodia semelhante à do Vampiro Doidão, do Raul, ou qualquer música do Ventania... vai fazer bem mais sentido!
Cigarro Paraguaio
(Daniel Rolando, 22-02-2008)
Quando tudo dá errado
Não adianta mais chorar
Todo dinheiro esgotado
E muitas contas pra pagar
O negócio milionário
Não deu certo, estou falido
Minha mulher agora é ex
Pois desistiu do seu marido
O meu filho não quer me ver
Então o jeito é ir ao bar
Jogar sinuca e beber
E perder a grana que apostar
Sou um cigarro paraguaio
Vagabundo e forte como um leão
São cinco tragos e um desmaio
Acho que meu caso é sem solução
Sou um cigarro paraguaio
Num camelô espero a solidão
Não há saída para mim
Só a porta do próximo buzão
Tinha tudo nessa vida
Mas não sei o que me deu
Já fui crente, zen, mandinga
E hoje eu devo pra agiota judeu
Nem no bar posso mais ir
Pois fiado só amanhã
Na rua não vou mais sair
E nunca mais vou tirar um sutiã
Sou um cigarro paraguaio
Vagabundo e forte como um leão
São cinco tragos e um desmaio
Acho que meu caso é sem solução
Sou um cigarro paraguaio
Num camelô espero a solidão
Não há saída para mim
Só a porta do próximo buzão
Nem o "AA" me aceitou
Porque minha história era idiota
Não queriam saber quem foi que errou
E que antes eu era poliglota
Papai tentou me aconselhar
Me deu uma grana pro negócio
Mamãe me deu um celular
E minha mulher saiu com o meu sócio
Sou um cigarro paraguaio
Vagabundo e forte como um leão
São cinco tragos e um desmaio
Acho que meu caso é sem solução
Sou um cigarro paraguaio
Num camelô espero a solidão
Não há saída para mim
Só a porta do próximo buzão
* Inspirado em "Só tomando uma", do mestre Paulo Meyer
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