terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Comentários aleatórios de uma mente sem criatividade

Pois é.
O que nunca me faltou foi criatividade, vontade de escrever, pensamentos fartos, poemas, músicas, imaginário forte.
Até hoje eu tenho uma banda imaginária a qual eu toco contrabaixo e canto, e os outros membros são verdadeiros, inclusive eu.
De vez em quando eu brinco de ser quem não sou, com partes de mim mesmo. Confuso, certo, mas basta você ler os dez ou onze capítulos que postei aqui até agora contando a história do Donatto, que vai entender o que eu disse.
Algumas vezes eu imagino que o mundo no futuro não muda nada, mas que a paz iria reinar, sem carros voadores dos Jetsons e robôs alcoólatras a la Bender.
Já imaginei como será quando for pai, jogando bola com o menino e fazendo cafuné com a menina.
Também pensei algumas raras vezes como seria se eu não fosse engenheiro, mesmo estando na área e gostando. Mas como seria a minha coluna de crítica social na Folha? E meu blog de esportes no Estadão?
Imagino sempre como seria ficar zen, num estado de mente que não pensamos em nada, que nosso corpo fica totalmente ao léu... porque por mais que a criatividade suma, eu penso em muitas coisas...
Bom, criativo ou não, saiu algo.

Surpresas da mente humana, aquele computador que nem o Steve Jobs, nem o Bill Gates conseguirão um dia copiar.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Narração Amarela

Oi meus grandes amigos!

Continuando minha brincadeira de "blogar", crio agora, depois de tanto tempo esperando histórias (reais) e criatividade para descrevê-las, o blog Narração Amarela (http:\\narracaoamarela.blogspot.com), um blog destinado a histórias do cotidiano, na grande maioria verdadeiras, com um humor muitas vezes sarcástico, o que não é o perfil do Opinião Amarela.
Por este motivo, crio um espaço para este tipo de história, e quem quiser publicar alguma história real, engraçada ou não, mas diferente do nosso comum cotidiano, poderão me enviar via e-mail ou publicá-la (tentarei tornar esta opção disponível).

Espero que gostem do Narração Amarela e que continuem visitando o Opinião Amarela.

Tá Amarelo, tá em casa!
Abraço,
Daniel "Amarelo"

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Atrasado... como sempre

Já era noite, não madrugada, mas também provavelmente já havia passado Jornal Nacional na TV.
Enfim encontrei a chave do carro, que merda, isso sempre foge do meu controle.
Já havia chamado o elevador, e este com toda graça abria literalmente as portas para mim.
Dentro do carro, cadê o raio do controle da garagem? Como sair do prédio? A essas horas o piauí que cuida do prédio já tinha vazado, e como sempre eu, o último sortudo a sair do escritório, esqueço o controle na minha mesa.
Alarme acionado, vidro elétrico subiu, buzinadinha da sorte.
Sofrer de TOC* é complicado, a gente sempre acha que não acionou o alarme do carro, mas acionou, aí tem que liberar o elevador depois deste descer seis andares e algum infeliz o chamar no décimo, para acionar o alarme que já estava acionado.
Depois de tanta subida e descida, uma bênção ter saído do prédio.
E tome trânsito na marginal.
E aquele infeliz que avançou o sinal.
E o apito do carro falando "Seu idiota, estamos na reserva, abasteça".
Posto lotado. Só um coitado de um frentista lá, amargurado como eu, à essas horas.
Muito tempo depois, uma buzinada e o portão de casa se abre. Todos felizes, apreensivos, preocupados, bêbados.


Mas cheguei a tempo.
No relógio, 23h59min.
Meia-noite.
Feliz 2011!


Jeito educado de dizer que desejei isto atrasado.
Daniel


* Transtorno Obsessivo Compulsivo